segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Educação Especial - Vídeo - Documentário o Autismo

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Educação Especial - Vídeo - Síndrome de West

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Educação Especial - Vídeo - Síndrome de Rett

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Educação Especial - Vídeo sobre a Paralisia Cerebral

sábado, 4 de outubro de 2014

Educação Especial - Vídeo - O que é o autismo?

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Educação Especial - Vídeo sobre Dislexia

domingo, 28 de setembro de 2014

Educação Especial - Doença mental e Deficiência mental

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Educação Especial - Vídeo - Síndrome de Prader-Willi

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Educação Especial - Vídeo - Síndrome de Rett (legendado)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Educação Especial - História da Educação Especial - Evolução Conceitual

domingo, 31 de agosto de 2014

Educação Especial - A Pedagogia na Educação Especial

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Educação Especial - Na minha escola todos são iguais ...

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Educação Especial - A inclusão em vídeo ...

sábado, 23 de agosto de 2014

Educação Especial - Grelha de Perturbações Comportamentais


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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Educação Especial - Normas orientadoras para unidades de ensino estruturado para alunos com perturbações do espectro do autismo


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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Educação Especial - Tabela de Registo de Comportamentos Perturbadores na Escola


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domingo, 17 de agosto de 2014

Educação Especial - Legislação - Lei nº21/2008


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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Educação Especial - Manual de Apoio à Prática


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domingo, 10 de agosto de 2014

Educação Especial - Despacho Normativo nº50/2005


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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Educação Especial - Documento sobre a Declaração de Salamanca


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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Educação Especial - Manual de Classificação Internacional da Funcionalidade Incapacidade e Saúde - Classificação Detalhada com Definições


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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Educação Especial - Manual de Classificação Internacional da Funcionalidade Incapacidade e Saúde - Versão para Crianças e Jovens


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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Educação Especial - Checklist de Observação


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sábado, 26 de julho de 2014

Educação Especial - Manual sobre Avaliação Compreensiva - 6/7 anos


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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Educação Especial - Manual sobre Avaliação Compreensiva - 12 anos


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sábado, 19 de julho de 2014

Educação Especial - Legislação sobre a Avaliação dos Alunos CEI


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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Educação Especial - Guia Prático sobre o Autismo


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terça-feira, 15 de julho de 2014

Educação Especial - Ficha de Observação Diagnóstica


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domingo, 13 de julho de 2014

Educação Especial - Vídeo sobre Autismo - Os Diferentes tipos de Autismo

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Educação Especial - Avaliação Diagnóstica - Ficha de Registo


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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Educação Especial - Grelhas de Avaliação Compreensiva (Diagnóstico) 8-9 anos


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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Educação Especial - Documento sobre Comunicação, Linguagem e Perturbações do Desenvolvimento da Linguagem


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terça-feira, 1 de julho de 2014

Educação Especial - Documento "Pathways to Poly-Victimization"


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terça-feira, 17 de junho de 2014

Educação Especial - Grelha de Avaliação Psicomotora e Manual de Aplicação


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domingo, 15 de junho de 2014

Educação Especial - Documento com a Escala de Avaliação da Escrita Espontânea


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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Educação Especial - Artigo sobre o Autismo - Intervenções Psicoeducacionais


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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Educação Especial - Prova de Execução Gráfica


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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Educação Especial - Teste de Avaliação de Linguagem


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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Educação Especial - Lista de Verificação de Comportamentos - Pré-Leitura


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sábado, 24 de maio de 2014

Educação Especial - Documento com Lista de Palavras


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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Educação Especial - Inventário Informal de Leitura II


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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Educação Especial - Autismo

O que é?

É uma alteração "cerebral" / "comportamental" que afecta a capacidade da pessoa comunicar, de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que a rodeia.

Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, algumas apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes atrasos no desenvolvimento da linguagem. Veja também problemas de aprendizagem.

Alguns parecem fechados e distantes e outros parecem presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.

O autismo é mais conhecido como um problema que se manifesta por um alheamento da criança ou adulto acerca do seu mundo exterior encontrando-se centrado em si mesmo ou seja existem perturbações das relações afectivas com o meio.

A maioria das crianças não fala e, quando falam, é comum a ecolalia (repetição de sons ou palavras), inversão pronominal etc.. 

O comportamento delas é constituído por actos repetitivos e estereotipados; não suportam mudanças de ambiente e preferem um contexto inanimado.

O termo autismo se refere às características de isolamento e auto-concentração das crianças.

O autista possui uma incapacidade inata para estabelecer relações afectivas, bem como para responder aos estímulos do meio.

É universalmente reconhecida a grande dificuldade que os autistas têm em relação à expressão das emoções.

Características comuns do autista:
-Tem dificuldade em estabelecer contacto com os olhos,
-Parece surdo, apesar de não o ser,
-Pode começar a desenvolver a linguagem mas repentinamente ela é completamente interrompida.
-Age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros,
-Por vezes ataca e fere outras pessoas mesmo que não existam motivos para isso,
-Costuma estar inacessível perante as tentativas de comunicação das outras pessoas,
-Não explora o ambiente e as novidades e costuma restringir-se e fixar-se em poucas coisas,
-Apresenta certos gestos repetitivos e imotivados como balançar as mãos ou balançar-se,
-Cheira, morde ou lambe os brinquedos e ou roupas,
-Mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente
-Etc.

Causas:
-A nível médico as causas são desconhecidas apesar das investigações e estudos feitos.

Eu tenho feito muita pesquisa e aprendido muito acerca deste e de muitos outros problemas e espero que dentro de algum tempo possa revelar muita da informação que adquiri ao longo de anos.

Tratamentos correntes:
-Poucos são os tratamentos actualmente existentes uma vez que os resultados são muito pequenos e morosos.

Os tratamentos passam por uma estimulação constante e por um apoio constante como forma de estimular e fazer com que a criança interaja com o ambiente, com as pessoas e com outras crianças.

Novas abordagens e Novos Pontos de Vista:

Causas:
-A observação e trabalho com crianças autistas (bem como com crianças disléxicas, hiperactivas e outras) mostra que as crianças autistas têm uma compressão demasiado grande ao nível da cabeça.

Isto pode equivaler a ter a cabeça colocada num torno.

O sofrimento que se consegue sentir quando se toca na cabeça destas crianças costuma ser imenso.

E quanto maior o sofrimento maior a compressão dos tecidos. A maneira como se reage ao sofrimento é muitas vezes contraindo o corpo e os tecidos. 

E nas crianças autistas sente-se muito sofrimento sobretudo a nível dos tecidos. E é muito desse sofrimento que provoca a compressão que se costuma sentir na sua cabeça.

A maneira como reagimos às emoções é comprimindo o corpo. Veja como exemplo a raiva e o seu efeito no corpo.

Sabendo que a fáscia pode criar compressões de até 140 Kgs por centímetro quadrado, pode-se imaginar o que isso representa na cabeça da criança autista. (A Libertação Miofascial é uma das melhores terapias para trabalhar a fáscia).

Com tamanha compressão é mais do que óbvio que a criança ou adulto não consegue interagir com o meio pois está demasiado absorvido com a sua dor e com o seu desconforto.

As raivas da criança e a sua incapacidade de actuação encontram aqui as explicações.

Ninguém consegue estar bem nem interagir com o meio se está demasiado desconfortável.

Mais; os trabalhos e investigação do Dr. Upledger (criador da CranioSacral Therapy) mostraram que as tensões e compressões a nível das meninges existem nas crianças autistas e que estas precisam de sessões semanais (1 a 3) durante todo o seu crescimento até cerca dos 18 anos por forma a que o sistema crânio sacral funcione nas melhores condições uma vez que é este sistema que é o responsável por todo o ambiente fisiológico no qual todo o sistema nervoso vive, funciona e se desenvolve.

As tensões ao nível das meninges afectam todo o funcionamento não só do sistema crânio sacral mas de todo o sistema nervoso central pelo que há que libertar as tensões existentes nas meninges por forma a que o sistema crânio sacral e o sistema nervoso possam funcionar o melhor possível.

As tensões nas meninges existem e precisam de ser trabalhadas mas existem razões pelas quais elas estão tensas e são essas razões que precisam de ser trabalhadas e não apenas trabalhar as meninges. E para ir às causas destas tensões há que usar outras abordagens.

Pela minha experiência com estas e outras situações o que posso dizer é que de facto a tensão a nível da cabeça e a nível das meninges é demasiado grande o que explica o desconforto, irritação, agressividade, depressão, problemas de aprendizagem, desordens de atenção, défice de atenção, dislexia, hiperactividade, autismo, etc. que as crianças apresentam.

Quanto às causas que existem por detrás deste e de inúmeros outros problemas, espero poder revelá-las dentro de pouco tempo.

Tratamentos:
-A solução para estes problemas passa por terapias que corrijam estas tensões, alterações e disfunções existentes.

Para o efeito pode-se utilizar a Terapia Craneo Sacral ou a Libertação Miofascial.

Eu pessoalmente uso mais esta ultima em virtude de ser muito mais rápida e eficaz e em virtude de trabalhar todo o corpo, desmemorizando os tecidos, trabalhar a fáscia e fazer muitas outras coisas. Mas só por si a Libertação Miofascial não chega.

Eu estou a utilizar outras abordagens por forma a acelerar os resultados e por forma a trabalhar as causas que estão por detrás destes problemas.

É assim que eu estou em trabalho de investigação para ver outras causas e outras soluções para que de facto os resultados surjam o mais rápido possível e para que a criança não tenha de andar a fazer várias sessões semanais até aos 18 anos.

Ao longo dos anos aprendi muito e consegui acelerar bastante os resultados mas ainda está a faltar algum trabalho sobretudo aquele que compete aos pais e a toda a família.

Eu vou continuando a fazer o meu trabalho o melhor que sei e o melhor que posso.

Desde 1998 que divulgo estas e outras informações e espero nos próximos anos poder revelar todas aquelas outras informações e conhecimentos que aprendi ao longo de todo o meu trabalho e da minha vida.

De tudo isto, facilmente se compreende que o autismo é uma situação complicada e que não se resolve facilmente.

Os tratamentos acarretam uma despesa muito grande para os pais, sobrecarregando-os quando eles já estão demasiado sobrecarregados com o problema do filho.

Assim seria desejável que existissem apoios (financeiros, investigação, etc.) vindos de pessoas que o pudessem prestar por forma a se conseguir dar um pouco de mais qualidade de vida não só às crianças como aos seus pais.

No caso do autismo, o tratamento deve sempre começar por os pais se submeterem a tratamento primeiro, para que fiquem mais relaxados e não transmitam o seu stress e tensões acumuladas ao longo dos anos aos seus filhos, impedindo-os dessa forma de fazerem os progressos que precisam.

No caso da Hiperactividade e mesmo da Dislexia ou de Problemas de Aprendizagem ou outros, quase sempre as crianças beneficiam imenso quando os seus pais recebem tratamento primeiro ou em simultâneo.

Notícia retirada daqui

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Educação Especial - Hiperactividade

Hiperactividade ou incapacidade de estar quieto é um dos muitos problemas com que pais e professores muitas vezes se debatem no seu dia a dia.

As crianças não sossegam um minuto e têm dificuldade em permanecer no seu lugar, tendo uma actividade motora excessiva, parecendo ligadas "à corrente".

O seu comportamento é de irrequietude, impulsividade, não se conseguindo concentrar nem prestar atenção a nada, acabando por não ter aproveitamento escolar.

As soluções usuais são a medicação, mas como toda a gente sabe a medicação não cura, apenas estabiliza os sintomas ou o sistema nervoso.

As causas essas ficam por resolver ..... e como tal o problema mantém-se.

A situação é que "ninguém" conhece as causas as causas da hiperactividade e como tal não sabem o que fazer para as corrigir.

No entanto hoje em dia já se sabe muito acerca deste problema e de algumas das suas causas e hoje existem muitos profissionais a trabalharem as causas da hiperactividade com resultados que antes nunca se pensava serem possíveis.

Inúmeras vezes existem causas físicas e emocionais por detrás da hiperactividade apesar de nada ser detectado nos exames e testes que actualmente se fazem.

Corrigindo essas causas, a hiperactividade desaparece ou diminui significativamente.

A observação de pessoas e crianças com dislexia, autismo, hiperactividade, desordens de atenção, problemas de aprendizagem e muitas outras condições tem mostrado a existência de disfunções no corpo e no sistema sacro craniano.

Mais, tem-se visto que a correcção dessas disfunções resultam num melhoramento bastante grande em muitas das condições que as pessoas ou crianças apresentam como sejam a dislexia, a hiperatividade, o autismo, as desordens de atenção, os problemas de aprendizagem, paralisias, etc..

Infelizmente muitas das disfunções existentes no corpo ou no sistema sacro craniano não são detectáveis nos exames que actualmente se fazem e apenas podem ser detectadas e corrigidas por pessoas que são treinadas para o efeito.

Uma vez que essas disfunções não são visíveis nos exames e uma vez que são muito poucas as pessoas treinadas na sua detecção e correcção, estas disfunções passam completamente despercebidos da grande maioria dos profissionais de saúde.

E se não são detectadas, elas não são corrigidas.

É desta forma que apenas se detectam as consequências ou os resultados dos maus funcionamentos do corpo e do sistema sacro craniano, mas não as suas causas ou origens.

E enquanto não se corrigirem as causas por detrás da dislexia, da hiperactividade, das desordens de atenção, dos problemas de aprendizagem, do autismo, etc. estes problemas não serão convenientemente resolvidos.

Desta forma há que saber detectar e saber corrigir as causas por detrás da hiperactividade, da dislexia, do autismo, dos problemas de aprendizagem, das desordens de atenção e de muitas outras condições.

Hoje isso é possível e é possível fazer algo quer pelas crianças quer pelos pais, professores e sociedade.

Hoje podemos passar de um estado ou situação de sem respostas e sem soluções para um estado de resolvido e sem problema. Mas isso depende apenas dos pais e professores que querem fazer algo de diferente daquilo que lhes é frequentemente proposto.

As soluções existem e é uma questão de tempo até as pessoas perceberem que não têm de aceitar aquilo que lhes dizem e que podem viver a vida que merecem.

As soluções existem e só precisam de ser aplicadas.

Notícia retirada daqui

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Educação Especial - Desordens de atenção


Desordens de atenção como o nome indica a atenção não é normal e existem problemas e dificuldades ao nível da atenção.

Hoje este é um assunto por demais falado e discutido em muitos meios uma vez que afecta, a família (pais), escola (professores e alunos), sociedade, etc.

As desordens de atenção levam a problemas das mais variadas ordens desde dificuldades de aprendizagem, dificuldades de interacção, dificuldades de trabalho, etc.

As desordens de atenção são particularmente importantes na aprendizagem de qualquer tarefa quer nas crianças quer nos adultos.

Na sala de aula isso é particularmente preocupante pois perturba a aula, o professor e toda a turma.

No mundo do trabalho isso pode provocar acidentes o que pode ser gravoso para todas as pessoas e pode levar a situações graves.

Há que corrigir as desordens de atenção na sua origem e para isso há que saber quais as causas de tal problema.

Muitas das causas das desordens de atenção são físicas mas infelizmente os mais modernos aparelhos ainda não as conseguem detectar pelo que tem levado a uma desorientação das pessoas que investigam esta situação.

Uma vez que nada se detecta, as teorias são muitas mas .... as soluções são poucas.

Dessa forma muito se faz mas pouco se resolve e as pessoas passam a acreditar que não existem saídas nem soluções o que não é verdade.

Na verdade na medicina e na ciência é que não se obtêm saídas nem soluções uma vez que os exames e aparelhos actualmente existentes não conseguem detectar as causas das desordens de atenção e de muitos outros problemas.

Felizmente que hoje existem soluções que apesar de levarem algum tempo, dão resultados que nunca se pensaram ser possíveis.

Dentre elas temos a Terapia Sacro Craniana (Craneo Sacral) e a Libertação Miofascial.

Estas terapias trabalham o sistema sacro craniano que é um sistema ignorado pela medicina mas que é o responsável por todo o sistema nervoso. Ele cria todo o ambiente fisiológico no qual todo o sistema nervoso, vive, funciona e se desenvolve.

Hoje qualquer pessoa bem treinada e com bons conhecimentos consegue detectar e corrigir alterações e disfunções no sistema sacro craniano e dessa forma consegue melhorar significativamente as desordens de atenção.

Mas mesmo assim existem muitas outras razões e situações que precisam de ser corrigidas caso se deseje resultados rápidos e eficazes.

Nem sempre existe uma causa única para as desordens de atenção pelo que há que saber detectar as causas e as razões pelas quais a situação existe e o que fazer para as corrigir.

E para o efeito há que usar de várias abordagens e conhecimentos e as duas terapias acima só dão uma parte das respostas.

Existem outras abordagens e outros conhecimentos que precisam de ser empregues para que se possam detectar e corrigir as causas por detrás das desordens de atenção.

Hoje consegue-se fazer muita coisa e obter bons resultados em situações onde frequentemente se diz nada ser possível fazer.


Notícia retirada daqui

sábado, 26 de abril de 2014

Educação Especial - Causas e Tratamento da Dislexia

Causas
Quer a dislexia quer o autismo, a hiperactividade, as desordens de atenção, os problemas de aprendizagem e muitos outros problemas, são problemas com que nos deparamos no nosso dia a dia e para os quais poucas soluções existem ou melhor poucas soluções se conhecem.

No entanto cada vez mais estão a surgir novas teorias e novas soluções para aliviar, melhorar e resolver tais problemas.

Hoje sabe-se que a dislexia, o autismo, a hiperactividade, as desordens de atenção, os problemas de aprendizagem, etc. se devem a disfunções (maus funcionamentos):
-A nível do sistema nervoso,
-A nível do sistema proprioceptivo,
-A nível de alterações posturais,
-A nível emocional e
-Outros.

O sistema nervoso é um campo muito vasto e como tal existem muitas teorias acerca dele, do seu funcionamento e do seu tratamento.

No entanto as soluções correntes:
-Não dão resultados,
-Dão poucos resultados,
-Levam tempo a dar resultados ou
-Esses resultados são inconsistentes resultando numas situações mas não em outras.
-Isto mostra que as abordagens usualmente usadas não são as melhores.

A observação de pessoas e crianças com dislexia, autismo, hiperactividade, desordens de atenção, problemas de aprendizagem e muitas outras condições tem mostrado a existência de disfunções e alterações:
-A nível do sistema nervoso,
-A nível do sistema proprioceptivo,
-A nível de alterações posturais,
-A nível emocional e
-Outros.

Tem-se visto que a correcção destas disfunções resultam num melhoramento bastante grande das seguintes condições:
-Dislexia,
-Autismo,
-Hiperactividade,
-Desordens de atenção,
-Problemas de aprendizagem,
-Agressividade,
-Maus comportamentos,
-Depressão,
-etc.

Estas disfunções ou maus funcionamentos resultam quase sempre de alterações existentes no corpo, no sistema sacro craniano, no sistema emocional e outros.

Infelizmente muitas das disfunções existentes no corpo ou no sistema sacro craniano não são detectáveis nos exames médicos que actualmente se fazem e apenas podem ser detectadas e corrigidas por pessoas que são treinadas para o efeito.

Uma vez que essas disfunções não são visíveis nos exames e uma vez que são muito poucas as pessoas treinadas na sua detecção e correcção, estas disfunções passam completamente despercebidos da grande maioria dos profissionais de saúde.

Uma vez que estas disfunções não são detectadas, elas não são corrigidas.

O que se detectam são as consequências ou os resultados dos maus funcionamentos do corpo e do sistema sacro craniano, mas não as suas causas ou origens.
-Muitas vezes usa-se a medicação mas a medicação não cura; apenas estabiliza.
-Os apoios apenas apenas ajudam mas não resolvem. O esforço, empenho e trabalho ajudam mas não resolvem o problema.
-O problema é sempre um problema crónico que se irá manter.
-As causas não sendo corrigidas, o problema irá manter-se para o resto da vida até ser resolvido de vez.
-As disfunções não são detectáveis nos exames médicos que actualmente se fazem e dessa maneira não são observadas e dessa forma não são corrigidas.
-Existem muitas causas por detrás da dislexia, da hiperactividade, dos problemas de aprendizagem, etc.

O que há a fazer é identificar e corrigir essas causas.

Hoje existem abordagens e terapias que trabalham e corrigem estes problemas na sua origem.

Tratamento
Uma vez que quer a dislexia, quer a hiperatividade, quer muitos outros problemas de saúde se devem a alterações e disfunções do corpo, do sistema sacro craniano, do sistema proprioceptivo, do sistema emocional, etc.

O síndrome de deficiência postural (SDP) é o resultado de alteraçõs do sistema proprioceptivo. Estas alterações podem resultar em dislexia, défice de atenção, hiperactividade, tonturas, vertigens, desequilíbrios, dores de cabeça, enxaquecas, dores no corpo, mãos frias, etc.

O que há a fazer é corrigir todas essas alterações e disfunções.

Infelizmente estas disfunções não se conseguem detectar como os exames médicos que actualmente se fazem e só pessoas com conhecimentos, treinadas e com boa sensibilidade as conseguem detectar e corrigir.

O facto de não existirem exames médicos que detectem estas alterações e disfunções explica a falta de explicações e de resultados pela medicina.

No entanto felizmente muito trabalho, investigação e exames já foram feitos e hoje começam a surgir máquinas e aparelhos que permitem ver e mostrar o que está mal com o corpo, com o sistema sacro craniano, com o sistema proprioceptivo, etc..

É com base nestes estudos e investigações que surgiram terapias que permitem corrigir todas estes problemas, resolvendo-os de vez ou melhorando-os significativamente.

Esse é um trabalho que leva tempo e que tem de ser levado até um ponto óptimo para que os resultados aconteçam e permaneçam.

Alterar a estrutura do corpo e do sistema sacro craniano não é um trabalho fácil nem rápido.

Hoje temos a capacidade e o conhecimento acerca de como o fazer mas mesmo assim isso é um trabalho que só alguns conseguem fazer uma vez que requer conhecimento, muita sensibilidade, muito treino e muita prática.

O numero de sessões requeridas podem ir de 3 a 12 para se verem alguns resultados, mas para se conseguirem resultados estáveis e concretos costumam ser precisos entre 18 a 40 sessões ou por vezes mais, consoante a situação e resposta da pessoa.

Por norma os tratamentos são feitos com a pessoa vestida pelo que se recomenda roupas leves e práticas, se bem que por vezes possa haver a necessidade de colocar as mãos em contacto com o corpo.

Por forma a obter o máximo de rendimento destes tratamentos, eles devem ser feitos uma a três vezes por semana e com um mínimo de 20 a 30 sessões. Normalmente os resultados começam a ver-se e sentir-se ao fim de 4 a 18 sessões se bem que seja frequente ver-se resultados logo após a primeira sessão. 

Geralmente as crianças reagem melhor e mais rápido do que os adultos pelo que costumam precisar de menos sessões (18 a 30) para resolverem ou melhorarem a maioria dos seus problemas.

Este é um trabalho de desmemorização e correcção dos tecidos e de eliminação de hábitos e padrões que se encontram instalados no corpo, na fáscia e no sistema sacro craniano e que isso leva tempo a fazer.

Após as sessões iniciais, (mais frequentes para ultrapassar ou melhorar substancialmente o problema rapidamente), é recomendável manter tratamentos regulares (um por semana, ou um de 15 em 15 dias ou eventualmente um por mês) para continuar a trabalhar outras situações que se encontram mais profundas e aquelas que entretanto se vão acumulando como o stress e os problemas do dia a dia.

Tudo isto é válido não só para a dislexia, como para a hiperactividade, desordens e défice de atenção, escoliose, autismo, e muitas outras situações como enxaquecas, dores crónicas, fibromialgia, problemas de coluna, perna curta, luxação congénita da anca (deslocamento de anca) , etc..

Estas informações são baseadas na minha experiência com a aplicação da Libertação Miofascial e outras abordagens e não devem ser transpostas para outras terapias, abordagens ou profissionais.

A razão de eu usar a Libertação Miofascial e outras abordagens devem-se aos seus resultados, rapidez e eficácia.

A Libertação Miofascial e outras abordagens permitem melhorar significativamente toda a postura assim como o SDP (síndroma de deficiência postural).

Há que ir às causas e resolvê-las. Para isso há que saber o que está por detrás dos problemas para depois saber o que aplicar e como aplicar para que as causas dos problemas se possam corrigir.

Infelizmente não basta apenas aplicar-se terapias que resultam; há que saber como as usar na pessoa e na situação em causa.

Os resultados dependem do profissional, dos seus conhecimentos e experiência.

Esses resultados dependem também muito das terapias que ele aplica e se elas são ou não as mais indicadas para a situação em causa.


Notícia retirada daqui


terça-feira, 22 de abril de 2014

Educação Especial - A Dislexia

A Dislexia é uma perturbação da aprendizagem da leitura apesar de uma inteligência normal e ausência de perturbações sensoriais ou neurológicas. Esta perturbação ou dificuldade na aprendizagem afecta directamente a leitura e a escrita. Dislexia = Dis (dificuldade; separação) + lexia (lexico; palavra) = Dificuldade com as palavras. Dislexia é uma perturbação da aprendizagem que tanto pode ocorrer com as palavras como com os números. Esta perturbação da aprendizagem existe mesmo na presença de uma educação correcta e apropriada. Ela não tem nada a ver com os pais nem com os professores, nem com os métodos de ensino. Esta é uma dificuldade da criança (ou adulto) que precisa de ser identificada cedo para que se possa fazer a respectiva correcção e eliminação.

Alguns sinais de alerta são:
-Dificuldades na linguagem escrita e por vezes oral.
-Dificuldades na leitura e compreensão (quer de palavras quer de números).
-Problemas de atenção.
-Distraem-se com mais facilidade.
-Problemas de lateralidade (confunde a esquerda com a direita).
-"Não vê" o que tem à sua volta.
-Tropeça, cai com frequência, bate nas mesas ou ombreiras das portas.
-Não acerta na bola ou é mau nas actividades que requerem destreza manual.
-A sua escrita não tem precisão e é irregular (escrita irregular).
-Troca letras com sons idênticos. Por ex: f/v; p/b; p/t; v/z; b/d......
-Pode escrever letras em espelho.
-Na leitura salta palavras ou linhas.
-Não lê a palavra e lê de memória. Por ex: livraria/livro; batata/bata ....
-Estas são algumas situações que requerem atenção quer da parte dos pais quer dos professores.

Os professores devem chamar a atenção dos pais para que estes possam levar os seus filhos a:
-Quem avalie e faça um diagnóstico e o mais importante,
-A quem faça a correcção e eliminação desta situação.

Os professores devem procurar minimizar esta situação através de:
-Colocar o aluno numa carteira mais próxima de si, para assim  poder "vigiar" a atenção e as dificuldades do aluno.
-Eliminar possíveis focos de distracção (afastar colegas/amigos, barulhos, objectos que distraiam, janelas ou portas, etc.).
-Ensinar o aluno a organizar os cadernos/dossiê com cores, com separadores, etc.
-Fazer um reforço positivo e não negativo para que ele não se sinta marginalizado.
-Dar mais tempo durante as provas.
-Ler as provas/perguntas para o aluno.

Nota: Quer os pais quer os professores devem verificar se existe alguma dificuldade visual ou auditiva que possam estar na origem destas dificuldades de aprendizagem.

As causas da Dislexia são conhecidas assim como os tratamentos da Dislexia também.

Leia mais em: http://dislexia.do.sapo.pt/dislexia.html#ixzz2zZ4kGTtp

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Educação Especial - European Agency

A Agência Europeia para o Desenvolvimento da Educação Especial é uma organização autónoma e independente, apoiada pela Comissão Europeia e pelos Estados Membros que têm representação nos respetivos órgãos de gestão, funcionando como plataforma de colaboração europeia no âmbito das NEE.

Tem-se debruçado sobre várias áreas, com produção de relatórios e documentos orientadores, a nomear: intervenção precoce, respostas da Educação Especial na Europa, apoio ao professor, financiamento da Educação Especial, tecnologias de informação e comunicação, transição da escola para o emprego, princípios chave da Educação Especial, educação inclusiva e práticas na sala de aula.

As linhas básicas orientadoras do trabalho da Agência são determinadas pelo Conselho de Representantes cujos membros são nomeados pelos Ministérios da Educação dos países participantes, que suportam financeiramente a Agência – Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Lituânia, Letónia, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido (e, como observadores – Malta, Eslováquia e Eslovénia).

A Agência Europeia trabalha em estreita colaboração com outras organizações chave, nacionais e internacionais quer na área das NEE, quer em programas suplementares dentro do quadro da U.E., O.C.D.E., UNESCO, Conselho Europeu, Conselho Nórdico e outros corpos internacionais.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Educação Especial - Legislação - Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro


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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Educação Especial - Política Inclusiva

Portugal contempla, no seu quadro político-estratégico, objectivos de inclusão das pessoas com deficiências e incapacidades, patente em vários documentos de referência.

Neste sentido foi publicado o Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro que define os apoios especializados a prestar na educação pré escolar e nos ensinos básico e secundário dos setores público, particular e cooperativo.

No quadro da política educativa a Lei de Bases do Sistema Educativo consagra o direito à integração de alunos com necessidades educativas específicas devidas a deficiências físicas e mentais.

Datam de 1973/74 importantes diplomas legais publicados pelo Ministério da Educação que assumiram, pela primeira vez, a integração e educação das crianças e alunos deficientes.

Desde então, foi sendo feito um percurso de evolução a vários níveis:

Da perspetiva assistencial centrada na Segurança Social à perspectiva de educação inclusiva atual seguida pelo Ministério da Educação
Da iniciativa privada assegurada por colégios, associações de deficientes, Cercis…, à pública assegurada pelas escolas do ensino regular
Da segregação à integração e inclusão
O modelo da escola inclusiva é uma exigência social e política, que se impõe como cumprimento de valores como a democracia, justiça social e solidariedade e o direito de todos à educação.

A defesa deste modelo enquadra-se em linhas de política defendidas por instituições a nível europeu e internacional.

sábado, 12 de abril de 2014

Educação Especial - Powerpoint sobre a Estratégia Nacional para a Deficiência


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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Educação Especial - Legislação - Resolução do Conselho de Ministros nº97/2010


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