terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Educação Especial - Construindo a inclusão

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Educação Especial - Vídeo - "Um Só Mundo" - Documentário sobre o Autismo

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Educação Especial - Autismo - Kit de ferramentas para Comportamentos Desafiadores e Agressivos


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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Educação Especial - O que é o autismo?


O autismo altera a forma como vemos e experienciamos o mundo. Uma criança autista não interpreta as coisas ou os sentimentos como tu. É difícil para um miúdo autista relacionar-se com outros miúdos ou expressar-se através de palavras. Os miúdos autistas normalmente isolam-se num mundo deles e precisam de ajuda para comunicar.

O autismo provoca reacções diferentes ao que se passa à volta. Sons que para ti são normais podem incomodar um autista, ao ponto de os levar a tapar os ouvidos. Até a sensação de ser tocado, como por exemplo quando te encostas a um amigo, pode ser muito desconfortável para um miúdo autista.

Crianças com autismo têm mais dificuldade, ou não conseguem, associar coisas. Por exemplo, quando alguém sorri, tu sabes que essa pessoa está contente ou está ser amigável. Mas um miúdo com autismo terá dificuldade em associar o sorriso a um estado emocional da pessoa.
O mesmo se passa com as palavras. Um miúdo autista tem dificuldade em ligar as palavras ao seu significado. Imagina o que será tentar perceber o que os teus amigos estão a dizer se não souberes o que as palavras significam. É muito frustrante para uma criança tentar dizer qualquer coisa e não encontrar as palavras certas. Por isso às vezes os autistas têm acessos de muito mau humor. Não é por mal... é apenas frustração.

Se conheces, ou já viste algum miúdo autista, deves ter reparado que parecem ter comportamentos estranhos. Podem estar sempre a bater palmas, a repetir as mesmas palavras sem parar, ter birras ruidosas ou brincar apenas com o mesmo brinquedo. A maioria dos autistas mão gostam de alterações na sua rotina. Se estão habituados a acordar a uma determinada hora, tomar o pequeno-almoço e depois brincar, não gostam de trocar a ordem das actividades. Por exemplo acordar, brincar e depois tomar o pequeno-almoço. Gostam de seguir rotinas, que são sempre iguais. É a maneira que eles encontraram de organizar um mundo que é diferente do nosso. E quem diz a rotina, diz também a forma como os objectos ou brinquedos devem ser arrumados da maneira deles. E ficam muito chateados se alguém mudar essa ordem.

Quando um miúdo tem autismo, o cérebro dele tem dificuldade em realizar um trabalho muito importante: que o mundo faça sentido. O teu cérebro está sempre a interpretar os cheiros, os sons, as imagens e todas as sensações que chegam através dos cinco sentidos. Se o teu cérebro não conseguir interpretar estas sensações, vais ter dificuldades em andar, falar, ir à escola, relacionares-te com outras pessoas e fazeres as coisas normais do quotidiano.

O autismo pode ser ligeiro, afectando apenas parte da vida quotidiana, ou ser mais profundo, tornando a pessoa muito mais dependente dos outros.

O autismo afecta cerca de 1 em cada 150 miúdos, mas ninguém sabe ainda qual a causa. Alguns cientistas pensam que existem crianças com maior probabilidade de ter autismo porque já existe ou existiu alguém autista na família. Esta é uma explicação genética. Mas existem crianças que são autistas sem nunca ter havido ninguém autista na família. O cérebro humano é muito complicado, por isso determinar a causa exacta do autismo é muito difícil.

O cérebro tem mais de 100 biliões (leste bem... biliões) de células nervosas, chamadas neurónios. Cada neurónio pode ter centenas ou milhares de ligações que levam mensagens a outros neurónios ou células nervosas. As ligações e os mensageiros químicos, chamados neurotransmissores, permitem aos neurónios em várias partes do cérebro – as partes que ajudam a ver, sentir, mexer, recordar e muito mais - a trabalharem em conjunto.

Por alguma razão, algumas destes neurónios e ligações numa criança com autismo não se desenvolveram correctamente ou ficaram danificadas. Normalmente estes problemas acontecem nas partes do cérebro ligadas á comunicação, emoções e sentidos.

Perceber se uma criança é autista pode ser difícil. Normalmente, são os pais os primeiros a suspeitar que algo se passa. Talvez a criança já tenha idade para começar a falar e não o faz, talvez não demonstre interesse pelas outras pessoas ou tem comportamentos estranhos. O problema é que o autismo não é a única explicação para estes problemas. Uma criança com problemas de audição também vai ter dificuldade em aprender a falar.

A juntar a isto, os teste de laboratório normalmente também são normais em crianças autistas. No entanto, os médicos fazem estes testes para excluir outras doenças ou problemas. Estes teste incluem análises ao sangue, urina, audição, ondas cerebrais, teste de QI (quociente de inteligência, embora o resultado destes teste não seja conclusivo).

Muitas vezes, reúne-se uma equipa de especialistas de várias áreas para determinar se a criança é autista. Esta equipa pode ser formada por pediatras, neurologistas pediátricos, especialistas em desenvolvimento infantil e terapia da fala, psicólogos e psiquiatras infantis, etc. Esta equipa vai estudar como a criança brinca, aprende, comunica e se comporta. As informações dadas pelos pais também são estudadas. Depois de terem toda esta informação, os especialistas podem decidir se a criança tem autismo ou outro problema.

Como podemos tratar o autismo?
Infelizmente não existe cura para o autismo, mas os médicos, terapeutas, pais e professores podem ajudar as crianças com autismo a ultrapassar ou a ajustarem-se às dificuldades. Quanto mais cedo a criança começar a terapia para o autismo melhor.

As crianças são diferentes e têm necessidades diferentes, mas aprender a comunicar é um primeiro passo fundamental. Aprender a falar pode ser complicado para as crianças autistas, mas não é impossível. Muitos miúdos autistas percebem melhor as palavras quando as vêem, por isso os terapeutas ensinam os miúdos a comunicar com a ajuda de imagens ou mesmo com linguagem gestual (não confundas com a língua gestual dos surdos, aqui falamos mesmo de gestos, alguns mais simples, como o apontar, outros mais complexos). Este método ajuda os miúdos autistas a aprender outras coisas e muitos acabam mesmo por aprender a falar.

Os terapeutas também ensinam coisas que tu podes achar simples e banais, mas que fazem toda a diferença na qualidade de vida de um autista. Por exemplo, cumprimentar uma pessoa, seguir direcções, escovar os dentes, comer sozinho, etc. Existem também terapias próprias para crianças autistas que são mais activas e têm dificuldade estar sossegadas ou controlar o mau-humor. E por vezes, têm mesmo de tomar medicamentos para controlar o temperamento e comportamento.

Crianças com autismo ligeiro podem mesmo ir à escola normalmente, mas a maioria precisa de uma escola especial, mais calma, com professores especiais.

Muitas crianças com autismo ligeiro vão crescer e ser capazes de viverem a sua vida de forma quase autónoma. Mas aqueles com autismos mais profundos vão sempre precisar de ajuda. Mas não te esqueças, todas as crianças autistas podem ter uma vida feliz se tiverem o apoio e amor dos pais, irmãos, família, médicos, professores e colegas.

Informação retirada daqui

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Educação Especial - O que é autismo ou transtornos do espectro autista?


A partir do último Manual de Saúde Mental – DSM-5, que é um guia de classificação diagnóstica, todos os distúrbios do autismo, incluindo o transtorno autista, transtorno desintegrativo da infância, transtorno generalizado do desenvolvimento não-especificado (PDD-NOS) e Síndrome de Asperger, fundiram-se em um único diagnóstico chamado Transtornos do Espectro Autista – TEA.

O TEA é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com TEA partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim, essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem óbvias para todos; ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento.

O TEA pode ser associado com deficiência intelectual, dificuldades de coordenação motora e de atenção e, às vezes, as pessoas com autismo têm problemas de saúde física, tais como sono e distúrbios gastrointestinais e podem apresentar outras condições como síndrome de deficit de atenção e hiperatividade, dislexia ou dispraxia. Na adolescência podem desenvolver ansiedade e depressão.

Algumas pessoas com TEA podem ter dificuldades de aprendizagem em diversos estágios da vida, desde estudar na escola, até aprender atividades da vida diária, como, por exemplo, tomar banho ou preparar a própria refeição. Algumas poderão levar uma vida relativamente “normal”, enquanto outras poderão precisar de apoio especializado ao longo de toda a vida.

O autismo é uma condição permanente, a criança nasce com autismo e torna-se um adulto com autismo.

Assim como qualquer ser humano, cada pessoa com autismo é única e todas podem aprender.

As pessoas com autismo podem ter alguma forma de sensibilidade sensorial. Isto pode ocorrer em um ou em mais dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, tato e paladar – que podem ser mais ou menos intensificados. Por exemplo, uma pessoa com autismo pode achar determinados sons de fundo, que outras pessoas ignorariam, insuportavelmente barulhentos. Isto pode causar ansiedade ou mesmo dor física.

Alguns indivíduos que são sub sensíveis podem não sentir dor ou temperaturas extremas. Algumas podem balançar rodar ou agitar as mãos para criar sensação, ou para ajudar com o balanço e postura ou para lidar com o stress ou ainda, para demonstrar alegria.

As pessoas com sensibilidade sensorial podem ter mais dificuldade no conhecimento adequado de seu próprio corpo. Consciência corporal é a forma como o corpo se comunica consigo mesmo ou com o meio. Um bom desenvolvimento do esquema corporal pressupõe uma boa evolução da motricidade, das percepções espaciais e temporais, e da afetividade.

As pessoas com TEA podem se destacar em habilidades visuais, música, arte e matemática.

Ainda:
-A maioria das pessoas com autismo é boa em aprender visualmente;
-Algumas pessoas com autismo são muito atentas aos detalhes e à exatidão;
-Geralmente possuem capacidade de memória muito acima da média;
-É provável que as informações, rotinas ou processos uma vez aprendidos, sejam retidos;
-Algumas pessoas conseguem concentrar-se na sua área de interesse especifico durante muito tempo e podem optar por estudar ou trabalhar em áreas afins;
-A paixão pela rotina pode ser fator favorável na execução de um trabalho;
-Indivíduos com autismo são funcionários leais e de confiança;

Informação retirada daqui

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Educação Especial - Vídeo - MEC

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Educação Especial - Powerpoint sobre Autismo


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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Educação Especial - Vídeo - Como funciona o cérebro da pessoa com autismo?

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Educação Especial - Vídeo - Um Só Mundo Documentário Autismo

domingo, 4 de outubro de 2015

Educação Especial - Videoconferência - Refletindo a Educação Inclusiva

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Educação Especial - Vídeo - Inteligências Múltiplas

domingo, 27 de setembro de 2015

Educação Especial - Vídeo - Aprender a aprender

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Educação Especial - Vídeo - "How it feels to have Asperger's"

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Educação Especial - Trailer do filme "Um Sonho Possível"

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Educação Espcial - Vídeo "Entre os Muros da Escola"

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Educação Especial - Vídeo sobre a Tutora Rosa Borges

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Educação Especial - Vídeo - Jornal/Clube Leitura

sábado, 22 de agosto de 2015

Educação Especial - Vídeo - Inclusão

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Educação Especial - Vídeo - Mary & Max - Síndrome de Asperger

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Educação Especial - Projecto Saber Viver do Programa Escolhas

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Educação Especial - Projecto Ser Maior do Programa Escolhas

domingo, 9 de agosto de 2015

Educação Especial - Normas Orientadoras para Unidades de Ensino Estruturado para Alunos com Perturbações do Espectro do Autismo


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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Educação Especial - Registo de Comportamentos Perturbadores na Escola

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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Educação Especial - Ficha sobre Perturbações Comportamentais


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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Educação Especial - Lei n.º 21/2008


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sábado, 1 de agosto de 2015

Educação Especial - Ficha de Observação – Psicomotricidade


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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Educação Especial - Manual de Apoio à Prática


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terça-feira, 28 de julho de 2015

Educação Especial - Despacho Normativo n.º 50/2005


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domingo, 26 de julho de 2015

Educação Especial - Declaração de Salamanca - Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais

Reafirmando o direito à educação de todos  os indivíduos, tal como está inscrito na Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, e renovando a garantia dada pela comunidade mundial na Conferência Mundial sobre a Educação para Todos de 1990 de assegurar esse direito, independentemente das diferenças individuais.

Relembrando as diversas declarações da Nações Unidas que culminaram, em 1993, nas Normas das Nações Unidas sobre a Igualdade de Oportunidades para as Pessoas com Deficiência, as quais exortam os Estados a assegurar que a educação das pessoas com deficiência faça parte integrante do sistema educativo.

Notando com satisfação o envolvimento crescente dos governos, dos grupos de pressão, dos grupos comunitários e de pais, e, em particular, das organizações de pessoas com deficiência, na procura da promoção do acesso à educação para a maioria dos que apresentam necessidades especiais e que ainda não foram por ela abrangidos; e reconhecendo, como prova desde envolvimento, a participação activa dos representantes de alto nível de numerosos governos, de agências especializadas e de organizações intergovernamentais nesta Conferência Mundial.

1. - Nós delegados à Conferência Mundial sobre as Necessidades Educativas Especiais, representando noventa e dois países e vinte cinco organizações internacionais, reunidos aqui em Salamanca, Espanha, de 7 a 10 de Julho de 1994, reafirmamos, por este meio, o nosso compromisso em prol da Educação para Todos, reconhecendo a necessidade e a urgência de garantir a educação para as crianças, jovens e adultos com necessidades educativas especiais no quadro do sistema regular de educação, e sancionamos, também por este meio, o Enquadramento da Acção na área das Necessidades Educativas Especiais, de modo a que os governos e as organizações sejam guiados pelo espírito das suas propostas e recomendações.

2. - Acreditamos e proclamamos que:
•cada criança tem o direito fundamental à educação e deve ter a oportunidade de conseguir e manter um nível aceitável de aprendizagem,
•cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhe são próprias,
•os sistemas de educação devem ser planeados e os programas educativos implementados tendo em vista a vasta diversidade destas características e necessidades,
•as crianças e jovens com necessidades educativas especiais devem ter acesso às escolas regulares, que a elas se devem adequar através duma pedagogia centrada na criança, capaz de ir ao encontro destas necessidades,
•as escolas regulares, seguindo esta orientação inclusiva, constituem os meios capazes para combater as atitudes discriminatórias, criando comunidades abertas e solidárias, construindo uma sociedade inclusiva e atingindo a educação para todos; além disso, proporcionam uma educação adequada à maioria das crianças e promovem a eficiência, numa óptima relação custo-qualidade, de todo o sistema educativo.

3. Apelamos a todos os governos e incitamo-los a:
•conceder a maior prioridade, através das medidas de política e através das medidas orçamentais, ao desenvolvimento dos respectivos sistemas educativos, de modo a que possam incluir todas as crianças, independentemente das diferenças ou dificuldades individuais,
•adoptar como matéria de lei ou como política o princípio da educação inclusiva, admitindo todas as criança nas escolas regulares, a não ser que haja razões que obriguem a proceder de outro modo,
•desenvolver projectos demonstrativos e encorajar o intercâmbio com países que têm experiência de escolas inclusivas,
•estabelecer mecanismos de planeamento, supervisão e avaliação educacional para crianças e adultos com necessidades educativas especiais, de modo descentralizado e participativo,
•encorajar e facilitar a participação dos pais, comunidades e organizações de pessoas com deficiência no planeamento e na tomada de decisões sobre os serviços na área das necessidades educativas especiais,
•investir um maior esforço na identificação e nas estratégias de intervenção precoce, assim como nos aspectos vocacionais da educação inclusiva,
•garantir que, no contexto duma mudança sistémica, os programas de formação de professores, tanto a nível inicial com em serviço, incluam as respostas às necessidades educativas especiais nas escolas inclusivas.

4. Também apelamos para a comunidade internacional; apelamos em particular:

•aos governos com programas cooperativos internacionais e às agências financiadoras internacionais, especialmente os patrocinadores da Conferência Mundial de Educação para Todos, à Organização das Nações Unidas para a  Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), ao fundo das Nações Unidas para a Infância, (UNICEF), ao Programa de Desenvolvimento da Nações Unidas (PNUD), e ao Banco Mundial:
-a que sancionem a perspectiva da escolaridade inclusiva e apoiem o desenvolvimento da educação de alunos com necessidades especiais, como parte integrante de todos os programas educativos;

• às Nações Unidas e às suas agências especializadas, em particular à Organização Internacional do Trabalho (OIT), à Organização Mundial de Saúde (OMS), UNESCO e UNICEF:
-a que fortaleçam a sua cooperação técnica, assim como reenforcem a cooperação e trabalho, tendo em vista um apoio mais eficiente às respostas integradas e abertas às necessidades educativas especiais;

• às organizações não-governamentais envolvidas no planeamento dos países e na organização dos serviços:
-a que fortaleçam a sua colaboração com as entidades oficiais e que intensifiquem o seu crescente envolvimento no planeamento, implementação e avaliação das respostas inclusivas às necessidades educativas especiais;

• à UNESCO, enquanto agência das Nações Unidas para a Educação:
-a que assegure que a educação das pessoas com necessidades educativas especiais faça parte de cada discussão relacionada com a educação para todos, realizada nos diferentes fóruns;
-a que mobilize o apoio das organizações relacionadas com o ensino, de forma a promover a formação de professores, tendo em vista as respostas às necessidades educativas especiais;
-a que estimule a comunidade académica a fortalecer a investigação e o trabalho conjunto e a estabelecer centros regionais de informação e de documentação; igualdade, a que seja um ponto de encontro destas actividades e um motor de divulgação e do progresso atingido em cada país, no prosseguimento desta Declaração;
-a que mobilize fundos, no âmbito do próximo Plano a Médio Prazo (1996-2000), através da criação dum programa extensivo de apoio à escola inclusiva e de programas comunitários, os quais permitirão o lançamento de projectos-piloto que demonstrem e divulguem novas perspectivas e promovam o desenvolvimento de indicadores relativos às carências no sector das necessidades educativas especiais e aos serviços que a elas respondem.

5. Finalmente, expressamos o nosso caloroso reconhecimento ao Governo de Espanha e à UNESCO pela organização desta Conferência e solicitamo-los a que empreendam da Acção que a acompanha ao conhecimento da comunidade mundial, especialmente a fóruns tão importantes como a Conferência Mundial para o Desenvolvimento Social (Copenhaga, 1995) e a Conferência Mundial das Mulheres (Beijin, 1995).

Aprovado por aclamação, na cidade de Salamanca, Espanha, neste dia, 10 de Junho de 1994.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Educação Inclusiva

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Educação Especial - Video - Tony Mellendes aprendeu a tocar viola com os pés

sábado, 18 de julho de 2015

Educação Especial - Vídeo - A Tecnologia na Educação Especial

terça-feira, 7 de julho de 2015

domingo, 5 de julho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Construtivismo

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Escola da Ponte

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Projetos em sala de aula- pedagogia de projetos

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Aprovação dos Direitos dos Alunos - Escola da Ponte

sábado, 27 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - A Pedagogia da Cooperação

terça-feira, 23 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Estudo Errado

domingo, 21 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Dislexia

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Dificuldades na Aprendizagem da Matemática

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Cultura Geral dos Professores

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Pequenos Sulistas - Método Suzuki

sábado, 13 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Avaliação: Prémio ou Punição?

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Entendendo o autismo

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Beyond Words

sábado, 6 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Rosete - Língua Gestual Portuguesa

terça-feira, 2 de junho de 2015

Educação Especial - Vídeo - Surdos apresentam língua materna à comunidade

sábado, 30 de maio de 2015

Educação Especial - Vídeo - Um derrame (cerebral) de lucidez

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Educação Especial - Vídeo - Aprender a aprender

terça-feira, 26 de maio de 2015

Educação Especial - Vídeo - Homem sem mãos que toca guitarra

domingo, 24 de maio de 2015

Educação Especial - Vídeo - Pedagogia da Autonomia - Paulo Freire

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Educação Especial - Vídeo - EDUCAR - Rubem Alves

terça-feira, 19 de maio de 2015

Educação Especial - Língua Gestual Portuguesa - Vocábulos de uso corrente

sexta-feira, 15 de maio de 2015

domingo, 10 de maio de 2015

Educação Especial - Vídeo - Série 'Autismo'

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Educação Especial - Vídeo - Mary & Max - Síndrome de Asperger

domingo, 3 de maio de 2015

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Educação Especial - Vídeo - Enigma do Autismo Completo!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Educação Especial - Vídeo - Mensagem aos professores de alunos com autismo

terça-feira, 14 de abril de 2015

Educação Especial - Vídeo:Ponto Cego - Um Documentário sobre a Cegueira


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Educação Especial - Características da Síndrome de Asperger

sábado, 24 de janeiro de 2015

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Educação Especial - Vídeo - Como funciona o cérebro da pessoa com autismo?

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Educação Especial - Vídeo - Os Diferentes tipos de Autismo