sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Educação Especial - Dislexia - Sinais de Alerta

Haverá muitas vezes :
-disgrafia (letra feia);
-discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;
-dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização’;
-dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar seqüências de tarefas complexas;
-dificuldades para compreender textos escritos; 
-dificuldades em aprender uma segunda língua.

Haverá às vezes:
-dificuldades com a linguagem falada;
-dificuldade com a percepção espacial;
-confusão entre direita e esquerda.

Pré -Escola
Fique alerta se a criança apresentar alguns desses sintomas:
-Dispersão;
-Fraco desenvolvimento da atenção;
-Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;
-Dificuldade em aprender rimas e canções;
-Fraco desenvolvimento da coordenação motora;
-Dificuldade com quebra cabeça;
-Falta de interesse por livros impressos;

O fato de apresentar alguns desses sintomas não indica necessariamente que ela seja disléxica; há outros fatores a serem observados. Porém, com certeza, estaremos diante de um quadro que pede uma maior atenção e/ou estimulação.

Idade Escolar
Nesta fase, se a criança continua apresentando alguns ou vários dos sintomas a seguir, é necessário um diagnóstico e acompanhamento adequado, para que possa prosseguir seus estudos junto com os demais colegas e tenha menos prejuízo emocional:· Dificuldade na aquisição e automação da leitura e escrita;
-Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);
-Desatenção e dispersão;
-Dificuldade em copiar de livros e da lousa;
-Dificuldade na coordenação motora fina (desenhos, pintura) e/ou grossa (ginástica,dança,etc.);
-Desorganização geral, podemos citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares e perda de materiais escolares;
-Confusão entre esquerda e direita;
-Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefónicas, etc...
-Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou sentenças longas e vagas;
-Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados, etc...
-Dificuldades em decorar sequências, como meses do ano, alfabeto, tabuada, etc..
-Dificuldade na matemática e desenho geométrico;
-Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomias)
-Troca de letras na escrita;
-Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;
-Problemas de conduta como: depressão, timidez excessiva ou o ‘’palhaço’’ da turma;
-Bom desempenho em provas orais.

Se nessa fase a criança não for acompanhada adequadamente, os sintomas persistirão e irão permear a fase adulta, com possíveis prejuízos emocionais e consequentemente sociais e profissionais.

Adultos
Se não teve um acompanhamento adequado na fase escolar ou pré-escolar, o adulto disléxico ainda apresentará dificuldades;
-Continuada dificuldade na leitura e escrita;
-Memória imediata prejudicada;
-Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua; 
-Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);
-Dificuldade com direita e esquerda;
-Dificuldade em organização;
- Aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como consequência: depressão, ansiedade, baixa auto estima e algumas vezes o ingresso para as drogas e o álcool.

Fonte: http://www.dislexia.org.br

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Educação Especial - Dislexia


Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica.

   Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.

   Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar. Esse tipo de avaliação dá condições de um acompanhamento mais efetivo das dificuldades após o diagnóstico, direcionando-o às particularidades de cada indivíduo, levando a resultados mais concretos.

Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais, à escola e à própria criança. A criança poderá passar pelo processo de avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar especializada (vide adiante), mas se não houver passado pelo processo de alfabetização o diagnóstico será apenas de uma "criança de risco".

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Educação Especial e Educação Inclusiva: Adaptação Curricular nos Anos Iniciais

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Educação Especial - O autismo tem cura?

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Educação Especial - Anel permite aos cegos ler livros que não estão em Braille


Câmara acoplada usa algoritmos complexos para determinar as palavras escritas

Criado pelo Grupo de Interfaces Fluídas do Laboratório do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o FingerReader é um pequeno dispositivo em formato de anel que permite às pessoas cegas ler livros que não estão em Braille.

Com uma câmara acoplada, o FingerReader usa algoritmos complexos para determinar as palavras escritas nas páginas e processá-las por meio de um sistema que converte texto em fala. Assim, à medida que o usuário passa seu dedo indicador – com o anel – sobre as linhas de texto, o dispositivo recita em voz alta cada palavra, para que o leitor possa ouvi-las.

Caso o dedo do usuário comece a se afastar da linha de leitura, o FingerReader avisa o leitor para que ele retorne à posição correta. Da mesma forma, o dispositivo vibra para informar o usuário que a linha de texto chegou ao fim.

Os criadores do FingerReader – Roy Shilkrot, Jochen Huber, Connie K. Liu, Pattie Maes e Suranga Nanayakkara – afirmam que, por enquanto, o dispositivo é apenas um protótipo de pesquisa, mas eles pensam em transformá-lo em produto em um futuro próximo.

Informação retirada daqui

domingo, 4 de setembro de 2016

Educação Especial - Vídeo - "As cores das flores"


Uma criança cega precisa escrever uma redação sobre as cores das flores. O vídeo mostra o desafio do menino para conseguir cumprir a tarefa. A tradução para o português foi feita para o blog “Assim como Você”, de Jairo Marques.